Casamento sem sexo

Casamento sem sexo, vamos falar sobre isso? Um assunto complicado, tratados por muitos como um tabu, mas que acontece com muito mais pessoas do que imaginamos!

Quem está em um relacionamento sabe que, existem momentos altos e baixos. Devido a vários fatores, a rotina acaba destruindo esse momento de intimidade, que resultam em um casamento sem sexo.

Há quem mantém os dias completamente controlados, e não se assustem: existem sim pessoas que conseguem manter o equilíbrio total do trabalho, casamento e filhos. Fazendo com que tudo flua na mais perfeita harmonia, mesmo sem se relacionar intimamente com o parceiro. Femme Gel

Para quem já não consegue esse tipo de controle, acaba se perdendo e passando despercebido. Podendo gerar assim uma crise no relacionamento, mas nada que seja irreversível. Existem outros fatores, até mesmo fisiológicos que contribuem, tais como:

  • Disfunções hormonais aliadas ao uso de medicamentos como calmantes, antidepressivos, anticoncepcionais, etc.: Esses tipos de disfunções e medicamentos acabam oscilando a ordem psicológica, trazendo mudanças de humor, indisposição e interferem no desejo sexual.
  • Depressão, ansiedade, estresse: Quando isso ocorre, acaba gerando uma diminuição ou incapacidade de sentir alegria e prazer em atividades anteriormente consideradas agradáveis, inclusive de interesse sexual.

Tudo isso pode levar às pessoas a um casamento sem sexo, portanto, é necessário você reconhecer e saber lidar com a situação, como mudar os remédios, tratar a alteração hormonal e até iniciar uma terapia.

O fato é que um casal que não faz sexo, vai ficando distante, se irrita mais e acaba se apegando em problemas desnecessários. Vive com uma energia guardada, que pode acabar sendo extravasada de um jeito que não é apropriado, podendo ocasionar ainda mais brigas e distanciamento no relacionamento.

Lembre-se que, se o casamento sem sexo for um problema para ambas ou apenas para uma das partes, deve ser resolvido. Isso vai tornar seu casamento feliz, os dois terão uma vida mais saudável e sexualmente ativa.  Quando tudo volta a fluir, a convivência até mesmo com o restante da família se torna muito melhor.

Acredite em você, saia da zona de conforto, reveja suas atitudes, faça exames e procure manter sempre o diálogo com seu parceiro. O estar bem, não diz respeito somente a você, e sim ao casal. O que está ruim pode ser resolvido e tornar a convivência mais agradável do que se possa imaginar!

Bom pessoal, falamos hoje um pouco sobre casamento sem sexo. Comentem a opinião de vocês a respeito desse assunto. Até nosso próximo encontro!

 

 

 

 

Meditação produz algum alívio temporário, mas não resolve nada

Não é necessário treinar a mente, mas aprender a colocá-la em ordem. É pelo menos o que pensa o casamento de María Ibáñez, uma psicoterapeuta, e Jesús Jiménez, um psicólogo, e o desenvolvem em seu novo livro “Aprenda a resolver o que te faz sofrer”, um compêndio de estratégias que funcionam e erros que prejudicam nossa mente.

PERGUNTA É possível viver sem sofrimento?

RESPOSTA O que é possível é aprender a resolver o que nos faz sofrer. Todos somos treinados para isso, independentemente de nossas qualidades, treinamento, idade ou status. Embora seja por tentativa e erro. Para isso, a curiosidade é fundamental. Ou seja, tente entender além do que já sabemos, sair do hábito de ficar com raiva, de culpar os outros ou a si mesmo. E aprender Quando entendemos nosso conflito, descobrimos mais facilmente o que nos fere e por que e quais decisões tomar em cada caso. Mas a estrada exige tempo. É como quebrar um novelo emaranhado. Calmamente, sem puxar as cordas de qualquer maneira e entender como o nó foi feito em cada momento.

Resolver um conflito é como quebrar uma meada, ver como o nó foi feito em cada momento

P. Existe a opção de renunciar ou ignorar o desconforto.

R. Absolutamente incorreto. Não devemos permitir frases como “Isto não tem solução” ou “A vida é assim”. A renúncia entorpece a mente, destrói a curiosidade e diminui a vontade de viver. Nem é certo deixar ir, não pensar nisso. É uma fuga impossível de si mesmo que leva a uma busca de satisfação permanente para manter a ilusão de bem-estar. Às vezes, tentar minimizar os problemas acaba em vícios. Outro erro seria se rebelar com raiva ou medo ao invés de tomar decisões. Em suma, todo problema não resolvido passa inconscientemente para a mente e leva a uma reação prejudicial e a interpretar a vida de maneira distorcida.

JOSÉ PEDRO SALINAS

P. Mas existe uma solução para qualquer ferida, independentemente do evento ou das circunstâncias que a causaram?

R. Sim. Investigamos e verificamos situações extremas, como doenças graves, abuso, perda de um ente querido ou tentativa de homicídio. Devemos pensar que o sofrimento é medo do que acontece ou pode acontecer e isso gera idéias e emoções que acreditamos, erroneamente, que são imóveis. Somente a verdade e a compreensão da realidade como ela libera a mente.

P. Muitas correntes e terapias surgiram nesse desafio. O que não funciona?

R. Por exemplo, é ineficaz repetir uma frase para motivar a si mesmo ou ser convencido de sua capacidade de resolver um conflito. Nem treina para ser positivo e feliz. Embora a emoção seja reprimida por algum tempo, o problema ainda estará lá.

Para ser feliz você não precisa treinar

Pergunta: Não surge a felicidade como resultado de nossos esforços? Significa então que supervalorizamos nossa força de vontade?

R. Para ser feliz, não é preciso treinar, mas entender os conflitos que bloqueiam a felicidade. Muitos dos conselhos da psicologia atual, tanto acadêmicos quanto informativos, estão focalizados na força de vontade como base para alcançar o bem-estar. Eles nos fazem acreditar que tudo é possível, que podemos alcançar nossos sonhos ou que merecemos ser felizes. Que basta simplesmente querer isso. E este não é o caso.

P. O que mais estamos fazendo de errado nessa busca de bem-estar?

R. Acredite que o exercício físico resolve nossos conflitos. É saudável e melhora nosso humor, sim, mas apenas temporariamente. O mesmo acontece com a respiração, concentração ou meditação. Eles podem ter muitos benefícios, mas isso não nos ajuda a resolver um problema psicológico. A meditação torna a mente ocupada e produz um efeito calmante e, portanto, algum alívio temporário. Mas isso não resolve conflitos. As técnicas para permanecer no agora também são abundantes. Todas são propostas que podem ter um efeito tranquilizador a curto prazo, mas nada mais.

JOSÉ PEDRO SALINAS

P. Você diz que não precisa treinar a mente, mas aprenda a colocá-la em ordem. Ok, mas como começamos?

R. Existem atitudes que temos muito automatizado, como culpar, criticar ou julgar. Não vamos fazer isso Em primeiro lugar, devemos identificar essas atitudes prejudiciais e abordar as emoções que elas produzem. É como a fumaça que desaparece sem esforço quando o fogo se extingue. Um dos maiores erros neste processo é usar o sentimento de injustiça como desculpa para mascarar conflitos que prejudicam a mente. É uma maneira de distorcer a realidade, assim como o pensamento positivo é. Estar convencido de que tudo está indo bem, ou indo bem, em vez de permanecer aberto ao que acontece, sem medo e curiosidade, gera uma falsa sensação de alívio ou alegria em tempos difíceis, mas na realidade adia o sofrimento. Compreender e colocar sua mente em ordem não será uma questão de um dia, um mês ou um ano. É aprender a seguir o caminho certo e avançar descobrindo os erros ou nossas limitações e nosso lugar no mundo. É quando a alegria vem e a vida assume um significado diferente.

Estados Unidos bate seu recorde de adultos sem sexo

O que está desligando a libido dos americanos? Eles pararam de fazer sexo porque estão ficando velhos ou há alguma outra causa? Os dados fornecidos pela última pesquisa do General Social Survey pintam um quadro sombrio. Para 23% dos adultos, 2018 foi um ano celibatário. E, curiosamente, um número muito maior do que o esperado corresponde a homens com menos de 30 anos.

O ano da grande seca sexual

Para os especialistas, há vários fatores causadores. A primeira é a idade. O grupo demográfico de 60 anos ou mais aumentou de 18% em 1996 para 26% em 2018. Desde essa idade a frequência sexual cai drasticamente, de acordo com a pesquisa, o fato de ser uma população em crescimento reduz a probabilidade geral de relações

O envelhecimento da população não é surpreendente quando se trata de analisar a grande seca sexual americana, mas como o celibato é explicado nas gerações mais jovens? A porcentagem de americanos de 18 a 29 anos que indicaram que não fizeram sexo no ano passado mais do que dobrou na última década, chegando a 23%.

O psicólogo Jean Twenge, professor da San Diego State University, culpa a incorporação, cada vez mais tardia, dos jovens à vida adulta. Garante que eles estão se tornando menos rebeldes, mais tolerantes, menos felizes e despreparados para a coexistência. Estas são circunstâncias que dificultam que você tenha um parceiro e, portanto, desfrute de uma vida sexual. Depois dos 30 anos, no entanto, o número de americanos casados ​​é maior, o que lhes dá uma chance melhor de fazer sexo.

Melhores coisas para fazer na cama

Se nas últimas três décadas, as taxas de abstinência foram semelhantes entre homens e mulheres, agora tem havido uma importante divisão de gênero, especialmente entre os jovens de 20 anos. Desde 2008, a porcentagem de homens sem sexo abaixo dos 30 anos triplicou, enquanto o aumento das mulheres não ultrapassou oito pontos percentuais.

Twenge relaciona esse panorama com a realidade do trabalho. De acordo com a pesquisa, 54% dos desempregados americanos não têm um parceiro romântico estável, uma porcentagem que cai para 32% para aqueles que o fazem. Por outro lado, os homens jovens levam mais tempo que as mulheres para deixar a casa da família. É óbvio que, nessas circunstâncias, as chances de trazer um parceiro para casa são pequenas.

Um último fator que pode estar afetando os hábitos sexuais dos americanos em todas as idades é a tecnologia. “Há muito mais coisas para fazer às 10 da noite agora do que há 20 anos”, diz Twenge. Isso pode explicar a queda na frequência sexual entre pessoas sexualmente ativas. A proporção de pessoas que se relacionam uma vez por semana ou mais agora é de 39%, comparada a 51% em 1996.

Como ter um bom relacionamento

Como ter um bom relacionamento, será nosso assunto de hoje. Todo mundo pretende manter um bom relacionamento, seja ele em forma de namoro, dentro de um casamento, como entre amigos ou pessoas do nosso trabalho.

O caso é que para isso acontecer de uma forma simples e construtiva, você precisa ter em mente o que deseja.  A maneira com que você trata alguém refletirá em como será tratado. Para que o convívio em sociedade seja tranquilo, precisamos entender alguns passos de como ter um bom relacionamento:

Em um namoro:

  • Procure sempre conversar e abrir o jogo com o seu parceiro sobre atitudes que te deixam chateado ou incomodado, é muito importante deixar isso claro no início, para que no futuro, essas não sejam a causa de alguns problemas.
  • Pense sempre em seu parceiro, ao tomar uma atitude. Avalie se será bom para ambos os lados e aprenda que nem tudo precisa ser do seu jeito.
  • É necessário entender o seu parceiro como exemplo, frequentar alguns lugares que um dos dois não aprova ,demonstrando respeito à vontade do outro, da mesma forma deve ser feito em outra situação quando estiver invertida.
  • Respeite a individualidade de cada um, o excesso de intimidade, comum em casais que moram juntos ou têm um longo relacionamento, com o tempo pode gerar conflitos e desgastar o relacionamento, mantenha e preserve sua individualidade.

No casamento:

  • Incentive o carinho e a gentileza, quanto mais você oferecer ao seu parceiro, mais será correspondido tornando o sentimento infinitamente recíproco.
  • Não deixe o casamento cair na rotina, faça surpresas, invente passeios, bole situações inesperadas. Assim o casamento se torna saudável, jamais se tornará algo mecânico como vemos hoje em dia.
  • Converse com o companheiro, lembre-se de momentos já vividos, tenha diálogo sobre como passaram o dia e além de tudo, saiba ouvir seu parceiro também. Um casamento só é mais prazeroso quando os dois se entendem.

Com amigos:

  • Quando for solicitada sua opinião, saiba ajudar em decisões e planos, dê conselhos que valem a pena. Esteja disposto a colaborar sem esperar nada em troca.
  • Pegue leve com seu amigo, se ele cometeu algo errado e está arrependido, converse com ele e o apoie a fazer a coisa certa, saiba a hora de ser duro. Não o trate com desprezo somente pelo fato de ter feito algo errado, talvez seja nesse momento que ele mais precisa de seu apoio e da sua ajuda.
  • Aproveite e se divirta bastante, juntos vocês podem programar um dia, uma viagem ou alguma aventura. Marquem também apenas de sair com a turma e colocar o papo em dia, além de ser bom para você, será muito bom para seus amigos.

No trabalho:

  • Tenha uma postura madura, não se faça de vítima sempre. Por mais que existam pessoas esboçam uma antipatia gratuita, é necessário se manter firme validando ser quem você é. Torne importante somente o seu rendimento, demonstrando eficiência.
  • Evite fofocas e seja educado, não leve adiante nenhum assunto e se mantenha longe de qualquer tipo de especulação, isso sempre acaba mal.
  • A educação com os outros funcionários e com seu chefe é essencial, procure ser uma pessoa bem-humorada ou, no mínimo, simpática. Isso não significa rir de qualquer coisa ou aceitar ofensas, praticando essas dicas você perceberá quão receptivo será seu ambiente.
  • Saiba respeitar as diferenças, nem todas as pessoas são como você, o respeito com certeza é a base para o sucesso.

Bom, é isso pessoal, aproveitem essas dicas de como ter um bom relacionamento. Ser você mesmo é sempre a melhor escolha. Até a próxima!

 

 

 

O beijo infiel tem um gosto melhor?

Como antidepressivos, os beijos são excelentes. Eles aumentam a auto-estima e aceleram o metabolismo. Mas há mais um fato: os amantes se beijam mais e melhor que os casais estáveis. Amanhã marca o Dia Internacional do Beijo e o portal dos encontros extraconjugais A Gleeden quer celebrá-lo com os dados fornecidos por uma pesquisa realizada com mais de 11.000 usuários. 88% dizem que beijos com seus amantes são apaixonados. Apenas 65% estão entusiasmados com o beijo do cônjuge.

Para os homens, um bom beijo é um sinal de paixão que ajuda a colocá-los em sintonia. 19% acreditam que é algo tão íntimo que eles esperam um alto nível de confiança e intimidade. Colocado para sonhar, a grande maioria gostaria de dar um beijo daqueles filmes que nunca conseguem com seus parceiros oficiais por várias razões, como indicado na pesquisa. Primeiro de tudo, porque, simplesmente, eles pararam de fazê-lo há muito tempo. Segundo, porque a paixão acabou e eles não consideram uma prioridade, ou mesmo necessário, agir. Finalmente, há pessoas que dizem que não gostam de beijar, ponto final.

Nós não somos claros sobre o que é um beijo adúltero

Uma das informações mais impressionantes que este trabalho mostra é que um 65% esmagadora admite que raramente se sentem excitados por um beijo de seu cônjuge, enquanto 72% acendem quando vem do amante. A falta de esforço e desgaste do casal conquista o desejo”, diz o relatório. De qualquer forma, não faria mal definir o que é um beijo infiel. Em um questionário da Universidade de Sunderland , no Reino Unido, 73% das mulheres disseram que um beijo na boca fora do casal é engano, mas essa consideração caiu, nos homens, para 49%.

O que é evidente é que, pelo menos para o infiel, o sexo adúltero é muito mais palatável. Outra pesquisa, realizada neste período entre os usuários do portal Ashley Madison , revelou que tanto homens quanto mulheres são mais criativos com seus amantes do que no leito conjugal, o que denota que a rotina e a insatisfação estão presentes demais nos relacionamentos. longo Quando os usuários foram solicitados, 42% disseram que em seu próprio quarto sua atitude é mais reservada e tradicional. Relações adulteradas, no entanto, convidam a liberdade. Neles, 53% definiram-se como lúdicos e 40% selvagens. 81% expressaram seu desejo de tentar novas coisas sexualmente com mais frequência com seu amante do que com seu cônjuge. Em geral, de acordo com este estudo, os infiéis, homens e mulheres, são mais estranhos, mais experientes e mais enérgicos que seus parceiros.

Jovem e com desejo. Por que então o sexo falha?

Juventude, desejo sexual e atração. Com essas características, quase sempre presentes em todos os recém-casados, parece difícil que um quarto elemento possa distorcer a vida sexual. Mas há e geralmente ocorre: estresse no trabalho. O último estudo que verificou essa realidade é da Universidade de Tunis . que analisou a função sexual em um grupo de médicas residentes, recém-casadas.

A escolha desse grupo de médicos residentes de diferentes especialidades foi feita justamente por representarem, em geral, uma população jovem e saudável, em que a disfunção sexual deveria ocorrer apenas em um contexto de comorbidade médica. No entanto, a prevalência de disfunção sexual excede 60%.

O que está ocorrendo?

De acordo com essa nova pesquisa, fatores psicológicos, interpessoais e socioculturais desempenham um papel importante na vulnerabilidade sexual, uma vez que o estresse afeta o hipotálamo, responsável pela regulação dos hormônios sexuais, diminuindo sua liberação. Os pesquisadores avaliaram os fatores psicológicos dos participantes usando as escalas de depressão, ansiedade e estresse. Quase um quarto deles apresentava sintomas de depressão, de moderados a extremamente graves; 39% tinham uma taxa de ansiedade moderada a grave e quase metade do estresse.

Em seguida, a equipe, liderada por Fekih Romdhane , do Departamento de Psiquiatria do Hospital Razi Mannouba, na Tunísia, comparou a análise psicológica com sua vida sexual e observou uma prevalência de disfunção em 40% das mulheres. O desejo sexual foi o mais afetado, seguido da satisfação do encontro. Esses distúrbios foram ainda maiores nas mulheres que fumaram e naquelas em que não havia bom entendimento com o casal. Segundo os autores, a depressão e o estresse condicionam diretamente e prejudicialmente a lubrificação e a relação sexual. Por outro lado, a ansiedade influencia, também negativamente, a falta de lubrificação e a satisfação do orgasmo e faz com que a penetração seja mais dolorosa.

Sexo entre homens heterossexuais. Por que isso é tendência?

A última modalidade de sexo furtivo cresce, aquela praticada por homens heterossexuais entre eles. Sem rótulos e sem complexos. É um jogo simples com suas próprias regras: não há apego, você não troca beijos profundos e as carícias brilham por sua ausência. A tendência gerou polêmica nas redes sociais por parte do coletivo LGTBI que consideram esse modo de viver a sexualidade como uma atitude hipócrita daqueles que não se atrevem a sair do armário. ” Bud sexo significa rejeitar sua verdadeira orientação sexual”, dizem eles. Aqueles que praticam, no entanto, insistem que não se consideram bissexuais, homossexuais ou confusos em sua orientação sexual. Entre eles, há muitos pais e casados ​​à procura de um alívio sexual, segundo a pesquisadora da Universidade de Chicago, Jane Ward, uma das pioneiras na teorização desse comportamento.

Bud sexo também é comum em contextos exclusivamente masculinos, como as prisões, como refletiu o cubano Carlos Montenegro em seu romance ‘Homens sem mulher’, cujos protagonistas são soldados e padres que curtem privadamente com homens e publicamente vociferam sua homofobia. .

Um artigo do sociólogo Tony Silva, professor da Universidade de Oregon, analisou o sexo em um grupo de homens brancos nas áreas rurais de Missouri, Illinois, Oregon, Washington ou Idaho, locais conhecidos por sua ideologia conservadora. Todos foram definidos como heterossexuais, mas a maioria teve relações sexuais com seus parceiros. O objetivo de Silva foi estudar esse fenômeno, abordando os fatores que acabam definindo a identidade sexual, como o contexto social, o momento histórico, a cultura ou o modo pessoal de interpretar uma prática sexual.

Sexualidade sem rótulos

Suas observações o levaram a definir o sexo sexual como “aquelas relações livres de fator romântico que seus participantes interpretam como ajudando um amigo”. São reuniões secretas e sem qualquer associação com idéias como feminilidade ou homossexualidade. Por meio de uma interpretação complexa, os participantes fazem sexo com homens, algo geralmente incompatível com a heterossexualidade ou com o conceito tradicional de masculinidade “ .

Em seu livro ‘Não Gay: Sexo Entre Homens Brancos Heterossexuais’ (Não-gay: Sexo entre homens brancos heterossexuais), Jane Ward, professora de Estudos de Gênero e Sexualidade na Universidade da Califórnia, tem explicações diferentes. Uma delas é que a proibição católica de usar preservativos no século 20 motivou as visitas regulares de maridos a banhos públicos. Hoje, porém, os homens mais jovens não precisam se adequar às preferências, rótulos ou diretrizes para viver sua sexualidade.

Por que a rejeição nos prejudica?A evolução é a culpa

Há momentos que ferem com razão, como um divórcio, uma demissão e uma sentença familiar ao ostracismo. Mas há outros que, do ponto de vista puramente lógico, não devem passar de meras anedotas e, no entanto, também lacerar o coração. Um comentário infeliz de um amigo ou o fato de ser o último a ser escolhido para um jogo de futebol no pátio da escola pode ser visto como um evento catastrófico. Mas não é realmente. É o traço evolutivo de nossas origens de caçadores-coletores, quando ficar bem ligado ao grupo era indispensável para a sobrevivência.

O problema é que o cérebro humano é projetado para perceber a dor real, como descrito em um artigo publicado na revista PNAS (Proceedings of National Academy of Sciences) . Os pesquisadores analisaram a dor de 40 voluntários que haviam sido abandonados por seus parceiros sob uma ressonância magnética e descobriram que a mesma região do cérebro que se liga à dor física foi ativada. “Os resultados dão um novo significado à ideia de que a rejeição” dói “, afirma o texto. Talvez eu também queira dizer que isso pode ser combatido do mesmo modo que a dor física. Mas existem outras soluções.

Segundo o psicólogo Guy Winch, protagonista do fórum de ideias conhecido como TED, não se deve cair na culpa da rejeição. É melhor recorrer a uma autocrítica construtiva e saudável para saber o que você deve fazer se uma ocasião semelhante se repetir. Também é bom aumentar a auto-estima, e todos nós temos coisas boas para oferecer. Finalmente, e para se conectar com o resto da humanidade, é bom lembrar aquelas pessoas que nos amam. Apenas ouvindo sua voz ajuda.

O segredo mais sujo que as pessoas escondem de seus parceiros

Nosso relacionamento com o dinheiro marca nossas vidas e a maneira como nos relacionamos, amamos ou confiamos. É por isso que uma traição financeira é, para uma em cada cinco pessoas, mais séria que a infidelidade física. Isso fica claro a partir de uma pesquisa realizada pela consultoria Love & Money e publicada pela CreditCards.com , cuja principal revelação é que quase 20% das pessoas mantêm escondidas uma conta poupança, cartão de crédito ou conta corrente.

Os millennials são duas vezes mais propensos a cometer esse engano peculiar. Para mais da metade das pessoas que vivem com outra, a existência de uma conta bancária ou cartão de crédito por trás delas é tão ruim quanto enganar alguém. Um em cada cinco diria que é ainda pior.

É também corroborado pela National Endowment for Financial Education Foundation (NEFE), que durante uma década examinou a questão da infidelidade financeira em casais, o que levou à conclusão de que é uma das causas mais comuns de crises conjugais. .

Quais razões existem para esconder um dinheiro?

De acordo com Ted Rossman, analista e autor do estudo CreditCards.com, a ideia por trás desses poupadores sorrateiros é o desejo de ser capaz de lidar com uma emergência, aposentadoria, um possível divórcio ou a universidade das crianças. Por outro lado, as dívidas contraídas com cartão de crédito e não informadas supõem um elemento duplamente pernicioso para o casal. Além de envolver a falta de diálogo, impede um planejamento adequado. A chave para uma boa harmonia conjugal pode ser não falar em compras e poder confiar na pessoa ao seu lado. Manter um grau de independência e uma distinção entre o que é comum e pessoal em cada um é uma decisão saudável, diz ele, mas dando prioridade ao atendimento das necessidades do lar e da família.

Que tipo de homens dão os melhores orgasmos às mulheres?

O orgasmo feminino é um dos segredos mais bem guardados para os homens, tanto que às vezes é até um enigma para resolver em seus parceiros. Mas é verdade que, uma vez que conseguem decifrá-lo, a conexão entre eles é tão forte que as relações sexuais são então desempenhadas em outro nível, com um conhecimento que ajuda tanto a alcançar o maior dos prazeres. É claro que, para as mulheres, é difícil encontrar essa conexão e, portanto, a ciência quis dar uma mão e dizer algo sobre isso.

De acordo com um estudo publicado na revista Socioaffective Neuroscience & Psychology , aqueles homens capazes de fazer uma mulher rir, que tem uma mente inquieta e pode parar de criar e são capazes de mostrar suas emoções, terão uma facilidade maior para tocar os pontos exatos. na mulher para que ela alcance melhores orgasmos.

O estudo foi realizado graças a 103 mulheres solteiras, com idades entre 20 e 69 anos, que concordaram em completar uma pesquisa de 71 minutos sobre seus encontros sexuais e sobre o tipo de casais que os levaram para o sétimo céu na cama. . A atratividade do casal foi um dos fatores em que praticamente todos os entrevistados concordaram, mas perguntando um pouco mais, os pesquisadores perceberam que esse “atrativo” não era apenas físico, mas ia mais além e tinha a ver com Outras características: “Os casais que induziram taxas mais altas de orgasmo foram descritos como tendo o melhor senso de humor, o mais criativo, caloroso, fiel e o melhor cheiro”.

Então, tanto você quanto os outros, você sabe no que deve trabalhar para que, na sua próxima reunião, nada falhe e você saiba que acertou em cheio na cabeça.